Onde nem teu desgosto destruirá os céus que me espera
Nos teus devaneios loucos, espinhosos de charme à realidade
Brincando no teu rastro de humano afável desenhado a giz.
As doidivanas filosofias metafóricas doem como a chuva
Nos cortes expostos em minha cerne à sangue nos jornais, onde
Na quimera corrosiva de outrora, a piedade continuará
Onde nem teu desgosto destruirá os céus que me espera
O rastro da minha humanidade impregnará em ti, Jocker
Pela crueldade das crianças doentes, crescidas e mal educadas
Que deixamos desabar o mundo poético em que vivemos
Assim, odesinfeto efêmeros nos manterão seres angelicais tortos
Na quimera corrosiva de outrora, a piedade continuará
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